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Votos de Boas Festas do N.A.
São precisas boas políticas
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O ano de 2008 está aí à porta e não se prevêem alterações substantivas que concretizem a felicidade humana. Pelo contrário, acentuam-se as desigualdades, aumenta o desemprego e cresce o individualismo egoísta. Todavia, há sempre a esperança de que desponte a acção humana capaz de fomentar a solidariedade e os valores colectivos que afirmem os direitos e uma sociedade de todos face ao capitalismo neo-liberal. O Notícias da Amadora deseja votos de Boas Festas.
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Micheline Galabert

Uma mulher desassossegada
Soube por estes «novos» meios com que nos correspondemos, por um SMS, que Micheline Galabert-Augé faleceu. Foi uma das fundadoras da Associação das Mulheres da Europa Meridional (ou do Sul). Primeiro recebi a notícia com surpresa e depois veio um sentimento de desaparecimento. É com pena, muita pena que tomei conhecimento do falecimento de uma incansável militante feminista.
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Consumo e qualidade de vida

Medicamentos não prescritos:
Questões elementares da escolha e segurança Medicamentos não prescritos são aqueles que podem ser comprados sem receita médica e que se destinam exclusivamente a aliviar sintomas ligeiros (dores de cabeça, sintomas da constipação, tosse, azia, etc), não devem ser tomados, em regra, por períodos superiores a uma semana, são medicamentos aprovados, pelo Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (INFARMED) e autorizados para serem vendidos sem receita médica.
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Cultura

Memórias de uma filha adoptiva de Salazar
Maria da Conceição de Melo Rita, a quem Salazar afectuosamente tratava por “Micas”, chegou a Lisboa com seis anos e foi viver para casa do Senhor Doutor. A governanta de Salazar, Maria de Jesus Freire, a temível D. Maria, era familiar por afinidade da Micas, e teve um papel importante nesta relação não familiar mas que, como Maria da Conceição de Melo Rita confessa, foi por ela sentida como uma verdadeira adopção.
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Episódio n.º XIII

Operação Macaréu à Vista
O ADEUS A MISSIRÁ
A última reunião com os homens grandes do Cuor:
o dia e a hora em que me tornei um Soncó
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Censura 16 revela 28 por cento das provas do arquivo de Censura (1958-1974) do Notícias da Amadora. É constituída por 40 cadernos (960 páginas A4), onde se reproduzem, algumas delas também fac-similadas, 781 peças jornalísticas. Um documento único (leia aqui os temas tratados) que insere textos assinados por 222 pessoas, o que representa 44,2 por cento das pessoas que subscreveram textos destinados ao Notícias da Amadora e que sofreram cortes da Censura de António Oliveira Salazar e Marcelo Caetano.
Daniel Melo, historiador e investigador associado do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, leu e reflectiu sobre a colecção Censura 16. O artigo foi publicado na edição de Notícias da Amadora, em 10 de Março de 2005. Pode lê-lo aqui: A comunicação distorcida (ou a censura exemplar ao jornal Notícias da Amadora, 1958-1974).
O Notícias da Amadora foi em 2005 e 2006 mais uma vez alvo da censura, o que atesta que esta não é um fenómeno do passado. Hoje deixou de usar o lápis azul, para passar a exercer-se pelo corte sistemático da publicidade e pelo estrangulamento financeiro de empresas detentoras de publicações que tenham uma orientação editorial alternativa ao pensamento único. A censura de Salazar e Caetano não conseguiu calar o Notícias da Amadora. Mas a censura económica actual obrigou à suspensão da edição impressa do jornal. Mas o Notícias da Amadora mantém-se presente neste sítio. A redacção do jornal, os seus colaboradores e os Amigos do Notícias da Amadora desencadearam iniciativas e acções para contrariar as atitudes persecutórias. Entre elas, um abaixo-assinado contra a Censura ao jornal, que pode ler aqui, como ver duas ilustrações alusivas à censura dos nossos dias.
Anexos: Ilustração 1 Ilustração 2
O seu apoio ao Notícias da Amadora faz a diferença.
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